Património.pt

LUÍS RAPOSO, a 23 Mar 2017 |


Capa: Museu de Alberto Sampaio (Fotografia retirada de: http://www.culturanorte.pt/pt/patrimonio/museu-de-alberto-sampaio/#).


Descentralização e regionalização: será pedir muito, se pedirmos transparência?

 

Em recente sessão de informação, mais do que de debate, promovida no Centro Nacional de Cultura pelo Forum do Património Cultural, com o apoio do ICOM Portugal, pudemos ouvir o que todos os grupos parlamentares (mais o partido Os Verdes) representados na Assembleia da cialis usa República pensam acerca da perspectiva da transferência de competências em matéria de canadian cialis scam Património Cultural e Museus para os níveis regional e local.

ANDRÉ DE SOURE DORES, a 21 Abr 2016 |


A gestão do Património Cultural do Estado: exemplos, hipóteses e desafios

 

A propósito da evolução (ou retrocesso) da situação do eixo Belém-Ajuda e generic cialis in india da opinião de Luís Raposo em “Sucesso e insucesso na gestão de monumentos e museus nacionais”, no jornal Público, mantenho muito do www.ncitech.co.uk que expressei na buy viagra online paypal vipps primeira versão desta nota e reflexão sobre o Património Cultural e que agora divulgo com mais alguns acrescentos de lessgentlemen.com actualidade.

JOSÉ MARIA LOBO DE CARVALHO, a 12 Abr 2016 |


Belém, Sintra e a gestão patrimonial nacional

 

A nova equipa ministerial que esta semana toma posse no Palácio da Ajuda, vai encontrar em cima da mesa o tema ainda quente da zona de Belém. Trata-se de decidir sobre o futuro daquela que é provavelmente a zona turística e patrimonial mais visitada do país e, pelo caminho, definir também qual o melhor modelo de gestão para esse fim. 

LUÍS RAPOSO, a 12 Abr 2016 |


Museus e monumentos de Sintra e Belém-Ajuda: ponto de situação e proposta para o futuro

 

Retoma-se aqui, no essencial, texto escrito e greatinjurylawyers.com publicado na revista Artecapital, em 12.4.2016, intitulado “Ainda os preços de entrada em museus e monumentos de Sintra e Belém-Ajuda: os dados e uma proposta para o futuro”. Acrescem elementos constantes de datarecoverynederland.nl dois outros textos sobre o assunto, publicados ambos no jornal Público, respectivamente em 31.3.2016 (“Belém: uma questão de valores, muito mais do que de valor”) e 19.4.2016 (“Ideologia e ‘prática’ na gestão de monumentos nacionais”), este já em reacção a texto de José Maria Lobo de Carvalho no mesmo jornal, em 15.4.2016 (“Sintra, Belém e a gestão patrimonial nacional”). Tem-se finalmente presente o comentário de Isabel Stilwell, no Negócios.pt, em 11.4.2016 (“Não custa dinheiro aos contribuintes? Então é mau!”).

DIRECÇÃO EDITORIAL, a 20 Abr 2016 |

Debate aberto sobre a Gestão Patrimonial em Portugal

 

A polémica em torno de Belém, despoletada definitivamente com o caso “Lamas-Soares”, gerou um conjunto significativo de opiniões de profissionais de diferentes formações do sector e publicadas em diferentes meios de comunicação. A patrimonio.pt acolhe este debate retomando-o no ponto onde começou mas convidando todos os interessados pelo tema mais abrangente da http://www.ips.misiones.gov.ar/brand-levitra-without-prescription-buy Gestão Patrimonial a participar activamente nesta salutar e necessária discussão.

JULIO SAMPAIO | 21 Jul 2015

Sistemas Construtivos Tradicionais Modestos em Perigo

 

Edificações, conjuntos arquitetônicos, áreas urbanas protegidas ou com potencial de salvaguarda são compostas por manifestações que variam de representatividades excepcionais até modestas/contextuais. Este universo é fisicamente estruturado por diversos tipos de sistemas construtivos considerados pela literatura especializada de conservação como verdadeiros testemunhos do saber fazer e do desenvolvimento científico de generic levitra purchase épocas distintas, além das funções técnicas que ainda desempenham nos respectivos domínios edilícios.

Colunistas

Veja também +

04 Out 2012 |


Elísio Summavielle - Entrevista Património Online, 2003

 

Mas estávamos em 2003: pois não só convencemos instituições poderosas e viagra 100mg prestigiadas a juntarem-se ao nosso projecto, como chegámos à fala com variadíssimos responsáveis da época ou profissionais do sector. Foi o caso das 3 entrevistas que levámos a cabo durante a breve existência da Revista Património Online. Uma delas, a de Elísio Summavielle (ES), recuperamo-la aqui.

Recuperamo-la porque, à data, ES era sub director-geral da DGEMN – uma realidade que nos parece distante agora –, tendo depois vindo a ser Presidente do IGESPAR que extinguiu a Direcção-Geral, Secretário de Estado da Cultura e, no presente, novamente responsável pelo sector do Património com novos “super-poderes” ao agregar todas as instituições do sector no seio da www.ips.misiones.gov.ar Direcção-Geral do www.portiaweb.org Património Cultural.

 

Leia o Editorial de Catarina Valença Gonçalves para uma contextualização desta entrevista de Elísio Summavielle de 2003.

CLARA CAMACHO, 27 Mar 2014

Loja do Museu Nacional Rainha Sofia, Madrid (Créditos: Inês Costa)

O sector público e o privado na gestão das actividades económicas dos museus – contributos para um debate

 

Começo este texto com uma declaração de interesses. O museu é o lugar onde me situo para olhar o tema proposto pela patrimonio.pt. Lugar de experiência e de estudo, o museu coloca, à partida, dois pressupostos que condicionarão as perspectivas a apresentar: o respeito pelo património cultural (o acervo) e pelas pessoas (públicos e profissionais).

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